Não se esquive de perdoar

Os discípulos apesar de estarem com Jesus face a face colocaram os erros alheios (pecados, ofensas) como algo quase impossível de ser movido, arrancado e lançado nas profundezas do mar pelo simples ato do perdão.

Você sabia que Deus estabelece Suas condições?

Ele promete em Sua palavra nos exaltar, nos abençoar. mas para isso o que será necessário fazer? Você já parou para pensar nisso? Confira esta nossa breve reflexão.

Quem são aqueles que agradam a Deus? Como agradar ao Altíssimo?

Veja neste breve conteúdo duas características necessárias para agradar ao Senhor Deus Todo Poderoso.

Arrependimento X Remorso: o inferno a cada instante recebe milhares de chorosos que se “arrependeram”.

O inferno a cada instante recebe, AOS MILHARES, chorosos que se “arrependeram”.

Tenha disposição e coragem para rejeitar as sugestões do inferno, que surgem aos montes após o arrependimento perante Deus para fazer você voltar a estaca zero e se sentir um lixo, caso você as aceite.

Obediência voluntária – conclusão

Continuando a refletir sobre a obediência voluntária, veja o que Paulo ainda considera. Ele questiona: posso usar minha liberdade para escolher viver no pecado – já que não mais ele me será imputado. Porém o próprio apóstolo responde: Se assim fizer, estarei escolhendo voluntariamente o caminho das consequências dos pecados que não têm mais domínio sobre mim (lembre Rm 6:14). Mas se por outro lado, escolho a obediência voluntária a Cristo e às suas leis – mesmo não havendo coerção neste sentido – então estarei escolhendo uma vida de santificação e frutos da graça.

Obediência voluntária – 2ª parte

Voltando à reflexão sobre a liberdade de escolha que nos é dada pela graça, e as implicações dela, sou levado ao questionamento óbvio: se sou livre de modo absoluto, então nada me impede de viver como quiser? Posso me submeter exclusivamente às minhas vontades e caprichos? Posso me entregar a uma vida desregrada? Posso viver e deixar a vida me levar de qualquer jeito?

Obediência voluntária – 1ª parte

Creio que é no âmbito de uma liberdade como esta que Paulo compreende a nova vida dos que, estando soltos das amarras da lei, vivem agora sob a amplidão da graça.