Obediência voluntária – 2ª parte

Voltando à reflexão sobre a liberdade de escolha que nos é dada pela graça, e as implicações dela, sou levado ao questionamento óbvio: se sou livre de modo absoluto, então nada me impede de viver como quiser? Posso me submeter exclusivamente às minhas vontades e caprichos? Posso me entregar a uma vida desregrada? Posso viver e deixar a vida me levar de qualquer jeito?

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