Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita

“Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.

Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.

Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.

Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.

Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,.

Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.

Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.

Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.

Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.

Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.

Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.

Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.

Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.

Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.

Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.”

(Salmos 91:1-16)

Meu corpo minhas regras, a maior mentira que já lhe contaram

A graça de Deus nos liberta para uma liberdade absoluta de nossa vontade onde nossas próprias regras imperam em nossos corpos? Absolutamente não! Na realidade, todo cristão que afirma viver sob a sua própria vontade, na realidade, nunca foi liberto por Cristo.

Jesus é o modelo de família

Hoje, neste último dia do mês e crendo ser a igreja compreendida como uma família em Deus, quero partir da instrução paulina para refletir: “sede imitadores de Cristo como filhos amados” (Ef 5:1).

Com o quarto homem

Observo que a portabilidade tão em voga nos dias de hoje também tem chegado à nossa fé e às nossas convicções. Desta forma, abre-se mão muito facilmente de verdades e compromissos para dar lugar a uma proposta religiosa mais confortável – e até parece natural! – porém é certo que tal atitude não atrai o quarto homem

Cultuano com Noé – 1a. parte

Com a fumaça que subiu da adoração de Noé, Deus se agradou e decidiu se pactuar com suas criaturas. O final desta história é a citação de que um sinal foi posto no céu como demonstração visível daquilo que o Senhor tinha falado

A adoração que Deus aceita

Um culto que preze pela forma litúrgica adequada mas descuide do coração contrito será até belo de assistir, mas acabará por ser rejeitado por Deus e com isso causará apenas revolta e decepção nos que dele participaram.