Os Grandes Princípios Batistas – A AUTONOMIA DA IGREJA LOCAL

A pedra de toque do processo batista é a igreja local. Somos congregacionais desde nossa origem: o governo pertence à congregação local e ela não está sujeita a nenhuma outra instância.

Parábola das coisas – o motor

O ponto de partida da comparação é a realidade de que o motor é sempre parte de um todo maior. Não faz sentido ter um motor que não esteja devidamente colocado em um carro. E nem aquele conjunto de coisas será de verdade um automóvel sem que nele esteja colocado um motor.

Parábola das coisas – o motor

O ponto de partida da comparação é a realidade de que o motor é sempre parte de um todo maior. Não faz sentido ter um motor que não esteja devidamente colocado em um carro. E nem aquele conjunto de coisas será de verdade um automóvel sem que nele esteja colocado um motor.

Jabulani

Passada uma semana da tragédia que vitimou mais de setenta pessoas ligadas à Associação Chapecoense de Futebol – e a comoção que se seguiu – e para que também a dor não caia na vala comum do esquecimento; quero publicar aqui este texto que escrevi em junho de 2010, no ensejo da Copa do Mundo de Futebol ocorrida naquele ano na África do Sul. Com ele eu me solidarizo com os que choram (Rm 12:15), acreditando porém que relembrar motivos de celebração pode ajudar neste momento de perda e dor; orando ainda para o Senhor confortar os corações enlutados.

Os Grandes Princípios Batistas – O SACERDÓCIO UNIVERSAL DE TODOS OS SALVOS

Todos nós somos ministros, pois todos somos servos. E todos somos leigos, porque todos somos povo (é este o sentido da palavra “leigo”, alguém do povo). Não temos clero nem laicato, como batistas. Somos todos ministros e somos, todos, povo.

No tempo e no lugar de Deus

Como seres humanos que somos, estamos inseparavelmente submetidos às limitações do espaço e do tempo, por isso devemos considerá-lo quando vamos até a presença de Deus para cultuá-lo.

Hinos instrumentais

Voltando aos velhos hinos, eles também são um impressionante testemunho de uma outra época e de uma outra agenda teológica da qual nos referimos às vezes com certo ar de nostalgia ou de verdadeira saudade

Uns aos outros

A expressão UNS AOS OUTROS é um pronome recíproco plural que, no NT grego, aparece 24 vezes somente nas cartas paulinas. Para ajudar na compreensão do significado e da força do termo original, veja aí um resumo das instruções apostólicas:

Conhece-te a ti mesmo

Ao trazer este tema para o contexto da celebração cristã, Paulo estava dizendo compreender que embora a Ceia seja um momento gregário, daí ser comunhão e requerer comunidade, ela, como toda a celebração, adoração e culto público pressupõe que antes deve haver a experiência do quarto fechado. Assim, hoje, quando trago os elementos para a Mesa do Senhor na comunhão da igreja devo primeiramente já ter comungado como Pai que vê em secreto.

Os Grandes Princípios Batistas – BATISMO E CEIA COMO ORDENANÇAS E NÃO COMO SACRAMENTOS

Considerar objetos como sagrados leva a santificá-los. Aí surgem duas irmãs gêmeas: a idolatria e a superstição. Por isso reafirmemos: não temos sacramentos e repudiamos a espiritualização de símbolos e de gestos. O transmissor de graça é o Espírito Santo. Ele habita em nós, se somos convertidos. Se alguém não é, pode se afogar nas águas do Jordão, ficar com barriga d’água de tanto beber água ungida pela oração do pastor, que isso não adiantará nada. A fé deve ser posta em Deus e não em coisas nem em gestos nem em ritos. Um batista que preze sua identidade não se envolverá com o fetichismo neo-sacramentalismo pentecostal.

Cultuando com trajes santos

O tributo de adoração ao Senhor tem que ser revestido de caráter de santidade que aponte para a glória de Deus. Ou seja: Todo o nosso comportamento – inclusive a roupa que colocamos para vir adorar – deve fazer de nós verdadeiros adoradores e levar as pessoas que conosco estão a se voltarem ao próprio Cristo em glorificação.

A vara e a disciplina

A vara com a qual o meu Pastor Sublime me conduz (acho que tange seria apropriado!) é a demonstração palpável de seu cuidado. É o pastoreio que me toca, indica o caminho das águas tranquilas, serve de referência enquanto ando pelo vale da sombra da morte e, quando indispensável, ela é usada para me trazer de volta, ainda que para isso tenha que me puxar com força!