Vamos à casa do Senhor

Daí a compreensão de que culto é memorial dos atos poderosos de Deus na história, é gratidão pela libertação, é submissão à soberania inconteste de Jesus e é celebração pela vitória final de Cristo e suas hostes. Agora fazem sentido as palavras do salmista: “Alegrei-me com os que me disseram: Vamos à casa do Senhor!” (Sl 122:1).

Jabulani

Passada uma semana da tragédia que vitimou mais de setenta pessoas ligadas à Associação Chapecoense de Futebol – e a comoção que se seguiu – e para que também a dor não caia na vala comum do esquecimento; quero publicar aqui este texto que escrevi em junho de 2010, no ensejo da Copa do Mundo de Futebol ocorrida naquele ano na África do Sul. Com ele eu me solidarizo com os que choram (Rm 12:15), acreditando porém que relembrar motivos de celebração pode ajudar neste momento de perda e dor; orando ainda para o Senhor confortar os corações enlutados.

O culto como encontro com Cristo

Regularmente a Igreja de Cristo se reúne para celebrar e cultuar a Deus e isto é feito no meio da coletividade cristã. É na comunhão dos santos que este grupo se faz Igreja, e o faz reunido como um encontro sagrado: isto é o Culto – o encontro sagrado da igreja.

Culto como celebração festiva

Entre as configurações do culto, talvez a mais conhecida e também a mais expressiva é caracterizar o Culto como celebração! Sempre que o povo de Deus se reúne, o faz para celebrar ao seu Deus. A celebração – ou comemoração – é uma das essências principais do culto cristão.

Celebrações e missões

O chamado missionário da igreja à proclamação deve não só impingir na igreja o ardor por fazer de todas as nações verdadeiros adoradores da glória de Deus, como também ela mesma adotar uma postura de adoração e celebração que visam única e exclusivamente a glória de Deus.

A grande celebração

Gosto muito de celebrar a Ceia do Senhor com a minha igreja. Ela é um momento singular na vida, na comunhão, na adoração e nas celebrações da igreja de Cristo. O coração se enche de solene alegria e nunca faltam motivos para celebrar.

PIBA celebra 101 anos

Nesta sexta-feira (dia 19/09) a nossa querida Primeira Igreja Batista de Aracaju – PIBA está celebrando 101 anos de fundação. Depois das grandes festividades do nosso centenário que foi comemorado no ano passado, este ano a celebração é pelo primeiro a no pós-centenário. E que data gostosa é esta para fazer festa!

Chegamos aos cem anos

É humano celebrar cem anos de maneira diferentemente especial. E por ser coisa de gente – mulheres e homens, nós os festejamos do nosso jeito: dando graças àquele que estava no início conosco, caminhou ao nosso lado todo este tempo e ainda permanece aqui, presente e atuante.

Um desejo no coração de Deus

Aquela celebração de Ceia era enfim a concretização de um desejo profundo que nascera no coração de Deus e agora se realizava no seu Filho. Era parte do plano eterno divino que se tornava que se fazia história.

O Natal passou e agora?

Natal é uma das maiores festas do mundo. As cidades com mais cores e brilhos. Luzes e enfeites embelezam cada canto que passe. É o mês de correria, pois todos se preocupam com os preparativos para o dia 25. É o dia de se reunir em família, de reconciliação, de presentes e festejar. O Natal aproxima as pessoas, as tornam digamos que mais humanas.

É a época das boas ações, um mês que as pessoas são transformadas se tornam mais cordiais, simpáticas, alegres, se preocupam em ajudar famílias necessitadas, lembram-se uns dos outros, se “espalha” o amor ao próximo.

Ho, ho, ho… Roubando a cena. Então é Natal?

Perdoe-me se falar algumas verdades aqui que possam quebrar a “magia” do Natal ou expulsar o “espírito natalino”. Não quero traumatizar ninguém, mas Papai Noel não existe! E ainda digo mais, o nome verdadeiro dele é São Nicolas. Mas quem sempre deixou presentes para você em baixo da árvore de Natal? Foi o papai, ou a mamãe, e garanto, não eram Noel. Ops! Calma! Já explico.

A Dança na Igreja

A Dança na Igreja
Dançar para o Senhor
O louvor e a adoração nas suas várias manifestações, inclusive a dança, traz um senso de dignidade muito grande, pois a natureza real do Trono do Altíssimo começa a fluir direto para o âmago de nossas vidas, proporcionando um gozo intenso diante da grandeza de Deus.

Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder […] Louvai-o com adufes e com danças […] Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia!
(Salmo 150:1,4 e 6)