Vamos à casa do Senhor

Daí a compreensão de que culto é memorial dos atos poderosos de Deus na história, é gratidão pela libertação, é submissão à soberania inconteste de Jesus e é celebração pela vitória final de Cristo e suas hostes. Agora fazem sentido as palavras do salmista: “Alegrei-me com os que me disseram: Vamos à casa do Senhor!” (Sl 122:1).

No tempo e no lugar de Deus

Como seres humanos que somos, estamos inseparavelmente submetidos às limitações do espaço e do tempo, por isso devemos considerá-lo quando vamos até a presença de Deus para cultuá-lo.

O culto como anúncio

Se nós nos encontramos com Cristo no culto então a nossa celebração é também uma denúncia da separação entre Deus e seres humanos e também o anúncio de que Cristo já veio em resgate desta humanidade oferecendo-lhe solução para todos os seus problemas espirituais, psicológicos e sociais.

O culto como encontro com Cristo

Regularmente a Igreja de Cristo se reúne para celebrar e cultuar a Deus e isto é feito no meio da coletividade cristã. É na comunhão dos santos que este grupo se faz Igreja, e o faz reunido como um encontro sagrado: isto é o Culto – o encontro sagrado da igreja.

O culto como dedicação

Em diversos lugares na Bíblia o culto está associado à oferta e à dedicação ao Senhor. Cultuar a Deus significa também uma entrega e dedicação ao Senhor que tudo nos dá.

Utensílios do Tabernáculo

O que conhecemos hoje como Tabernáculo foi uma tenda construída a mando de Deus pelos Filhos de Israel enquanto peregrinavam pelo deserto e que serviria como lugar de culto e de encontro com Deus. Acompanhe como era a distribuição interna da construção:

LITURGIA E ARTE – a arquitetura protestante brasileira

Os modernos templos protestantes, contudo, procuram apresentar elementos mais funcionais e menos estéticos, não mais ligados a estrutura gótica ou barroca que na tradição cúltica brasileira de origem católica sempre estiveram ligados ao lugar do culto.

Culto como contrição

Culto é confissão, arrependimento, quebrantamento do coração humano; e também é doação, graça, perdão e amor partindo do coração divino ao encontro da alma contrita e arrependida. Culto é este momento onde meus pecados são deixados diante do altar de Deus para serem lavados pelo sangue do Cordeiro e deles já não se faça menção.

Religião no Novo Testamento

Um dos temas sobre os quais mais me questionam é sobre a RELIGIÃO em si e como ela é citada nas paginas do Novo Testamento. Em resumo, veja os principais termos no texto do NT:

O culto como memorial

Os cristãos se reúnem, e fazem destas reuniões cultos. Cultos estes que podem ser caracterizados de várias formas, entre elas: o Culto como memorial. Deus nos criou com a capacidade de lembrar – logo isto também é divino – e no culto o fazemos de maneira litúrgica e sagrada.

Culto como celebração festiva

Entre as configurações do culto, talvez a mais conhecida e também a mais expressiva é caracterizar o Culto como celebração! Sempre que o povo de Deus se reúne, o faz para celebrar ao seu Deus. A celebração – ou comemoração – é uma das essências principais do culto cristão.

Usa-me, Senhor

No conhecido texto de Is 6:1-8 o profeta tem uma visão do Senhor em glória e a partir desta visão, toda a sua vida foi transformada: seus lábios impuros foram tocados e seu pecado perdoado. A consequência disto é que Isaías respondeu favoravelmente ao desafio missionário que ouviu naquele culto.

O Espírito Santo na adoração

Culto cristão sem a presença do sopro do Espírito é pasmaceira triste e sem sentido. Não há vida nem sentido em reunião de discípulos de Cristo sem que já se tenha recebido este sopro, que é vento e alma da Igreja.

Oh Noite Santa!

A partitura indica o andamento: andante maestoso. É neste movimento majestoso que se começa cantando sobre a noite solene quando Deus desceu como homem para estar entre nós. Um convite à reflexão, contrição e devoção. A canção segue nos lembrando que a criança naquele berço veio para expurgar a mancha do pecado original.

Os músicos adoram ao Senhor

Conduzir o povo em adoração é função escolhida pelo próprio Deus. É escolha de Deus o estabelecimento daqueles que haverão de comparecer diante dele levando o povo de Deus em adoração. Ou seja, ninguém escolhe de per si ser o músico que conduzirá a celebração – Deus assim o faz.