7 Frutos de Um Verdadeiro Arrependimento

A fim de ajudar o leitor a identificar o verdadeiro arrependimento, considere os frutos que o demonstram:

1. Um ódio pelo pecado como pecado, e não apenas por causa de suas conseqüências. Deve haver um ódio não somente por este ou aquele pecado, mas por todos os pecados e, em especial, pela própria origem do pecado: a vontade própria. “Assim diz o Senhor Deus: Convertei-vos, e apartai-vos dos vossos ídolos, e dai as costas a todas as vossas abominações” (Ez 14.6).

Será Que Estamos Atrapalhando O Evangelho?

Tal pergunta não é a única digna de ser feita. Essa é minha queixa em relação a tantos livros da linha “igreja é careta”, tanto do filão do crescimento da igreja como da abordagem emergente / missiológica. Eles presumem que todo declínio no comparecimento, toda percepção negativa que se tem da igreja, todo problema social não resolvido e todo descrente ainda vagueando ao lado de fora de nossas portas é uma acusação ao “jeito de ser igreja”. Se as pessoas não estão entrando para conhecer o Senhor aos montes e se nossas comunidades não são transformadas numa cidade multicultural construída sobre um monte, então deve haver algo terrivelmente errado com a igreja como a conhecemos. “Certamente é hora de mudar. Se não tudo, pelo menos a maior parte”, argumentam eles.

O Que Aconteceu E O Que Será Do Blog Cruz Vazia?

Faz tempo desde a última atualização deste Blog. Passaram-se mais de 2 meses de uma necessária e muito bem vinda pausa. O que aconteceu? O Blog Cruz Vazia vai continuar? O que será dele de agora em diante?

De Um Símbolo De Medo Para Um Símbolo De Fé

Imagino, às vezes, quantos cristãos param para refletir sobre o quanto é estranho que crucifixos sejam usados como objetos de arte. Crucifixos adornam igrejas, pinturas clássicas, escultura e até jóias. Pense por um momento o que o crucifixo era originalmente. Era uma forma de execução. Na verdade, era, e ainda é, uns dos meios mais medonhos de execução já inventado pelo homem. Tão terrível que era reservado para o mais baixo dos baixos: escravos, piratas e rebeldes. Cidadãos romanos eram isentos. Romanos cultos consideravam um assunto indigno de ser tratado em uma conversa educada. Apesar disso, hoje usamos esse símbolo de morte degradante e humilhante em volta dos nossos pescoços. A natureza chocante disso não é imediatamente aparente para nós porque, com o tempo, o símbolo da cruz perdeu muito das suas conotações originais. Para ter uma ideia da esquisitice, imaginem pessoas usando colares com pingentes de guilhotina ou uma cadeira elétrica.

O que aconteceu, então, que explica essa mudança? Nós sabemos que Jesus foi morto numa cruz romana, mas o que há na morte dele que transformou o símbolo de horror num símbolo de esperança?

Cinco Resoluções Para Um Avivamento Pessoal

Você quer ser um instrumento nas mãos de Deus? Deseja ver o poder de Deus utilizando-o como seu instrumento? Você almeja que suas orações sejam respondidas? Se deseja estas coisas, então, a barreira do pecado que se encontra entre você e Deus tem de ser demolida, e o estilo de vida de santidade e amor a Deus, renovado. Embora todo crente esteja perdoado e colocado eternamente em Cristo, Deus resolve trazer disciplina e permitir ineficácia na vida de seus filhos desobedientes. Para sermos restaurados, uma cirurgia espiritual tem de acontecer.

O avivamento pessoal começa quando o crente encara com honestidade o seu pecado.

A Soberania De Deus Na Salvação

Como pode um homem sendo pecador ser salvo? Como pode um injusto ser declarado justo aos olhos do Deus santo? Como pode o homem tão vulnerável ter garantia de salvação? Paulo responde a essas questões quando escreve sua carta aos romanos. Vamos, tratar aqui de cinco afirmações categóricas que nos afirmam a soberania de Deus na salvação.

Em primeiro lugar, Deus nos conheceu desde a eternidade (Rm 8.29). Deus nos conheceu de antemão. Ele nos amou desde toda a eternidade. Amou-nos não porque viu algo em nós que despertasse seu amor, mas amou-nos incondicionalmente.

O Que Spurgeon Pregaria Hoje?

E como o público evangélico reagiria às suas contundentes pregações?

O pregador inglês Charles Haddon Spurgeon nasceu em 19 de junho de 1834 e começou a pregar em 1850. Ele, que tem sido considerado o príncipe dos pregadores e um apologista exemplar, pregou o Evangelho e combateu heresias e modismos de seu tempo até 1892, quando partiu para a eternidade. As citações abaixo deixam-nos com a impressão de que ele se referia aos trabalhosos dias em que vivemos…

“A apatia está em toda parte. Ninguém se preocupa em verificar se o que está sendo pregado é verdadeiro ou falso. Um sermão é um sermão, não importa o assunto; só que, quanto mais curto, melhor” (“Preface”, The Sword and the Trowel [1888, volume completo], p.iii).

Meu Deus, se naquela época as coisas já estavam assim, o que Spurgeon diria hoje?!

Jogos de Azar: Pode ou Não?

Já me fizeram esta pergunta várias vezes. Sou contra jogos de azar, mas este é o tipo de posição que admite revisão se me aparecerem argumentos melhores e mais coerentes do que aqueles que vou colocar aqui.

Entre os jogos de azar estão aqueles jogos permitidos por lei, que são as várias modalidades de loteria, os bingos – este último, muito usado até por igrejas cristãs e instituições – e os sorteios pelo telefone valendo dinheiro, carros e outros prêmios. Quem explora este tipo de jogo tem licença de órgão público competente. Mas nem por isso quer dizer que sejam jogos que convêm ao crente.

Fé é Dependência

Fé é uma das palavras que, por muito tempo, tem sido tão mal usada, que a maioria das pessoas não tem ideia do que ela realmente significa. Peça a alguma pessoa na rua que descreva a fé, e, embora talvez você ouça algumas palavras respeitosas e agradáveis, o âmago da questão será, provavelmente, que fé é crer no ridículo em contrário de toda evidência.

Frases Cristãs: Adoração E Confiança Só Em Deus

Segue abaixo, uma nova seleção de Frases que enfatiza a Adoração e a Confiança em Deus. São 8 frases selecionadas de John Piper, Paul Washer, A. W. Tozer, C. S. Lewis, Leonard Ravenhill, D. L. Moody, Hernandes Dias Lopes e George Whitefield. Clicando no botão abaixo da frase, você pode compartilha-la em imagem no Facebook. Confira:

A Mensagem De Jesus E A Nossa Cultura

Vamos ser brutalmente honestos: muitos dos ensinamentos de Jesus estão completamente dessincronizados das convenções que dominam nossa cultura.

Estou falando, é claro, sobre o Jesus que encontramos na Escritura, não o personagem de livro de colorir, sempre-gentil, nunca-severo, super tolerante, que existe somente na imaginação popular. O Jesus verdadeiro não era um clérigo domesticado, com colarinho engomado e modos gentis; ele era um Profeta corajoso e incorruptível, que desafiava regularmente os padrões do politicamente correto.

Considere o relato do ministério público de Jesus apresentado no Novo Testamento. A primeira palavra de seu primeiro sermão foi “Arrependam-se!”

Como Assim “Não Toqueis No Ungido Do Senhor”?!

Há várias passagens na Bíblia onde aparecem expressões iguais ou semelhantes a estas do título desta postagem:

A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por amor deles, repreendeu a reis, dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas (1Cr 16:21-22; cf. Sl 105:15).

Todavia, a passagem mais conhecida é aquela em que Davi, sendo pressionado pelos seus homens para aproveitar a oportunidade de matar Saul na caverna, respondeu: “O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, isto é, que eu estenda a mão contra ele [Saul], pois é o ungido do Senhor” (1Sm 24:6).

O Rei Sofredor Ressuscitou

“Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”. Foi isso que João Batista, o profeta que usava veste de pelos de camelo e comia gafanhotos, disse, quando viu Jesus se aproximando dele (Jo 1:29). O que João Batista estava querendo dizer? O Cordeiro de Deus? Tirar o pecado do mundo?

Todo judeu do século I saberia imediatamente o que João queria dizer com a expressão “o Cordeiro de deus, que tira o pecado do mundo”. Era uma referência à festa judaica da Páscoa, um memorial da miraculosa libertação dos israelitas da servidão do Egito, realizada por Deus 1.500 anos antes.