O vemtilador

Agora que chegamos a março e o calor parece estar me derretendo, qualquer coisa que me traga um pouco de alívio é sempre bem-vindo. E é aqui que o ventilador encontra seu valor. Ali, girando na dele. O ventilador é um bom companheiro para o verão.

Parábola das coisas – O TRAVESSEIRO

Quando a noite chega e a sós com meus pensamentos, lembranças, ideias e reflexões, apenas o travesseiro embala meu sono. Então a pergunta final é inevitável: de pedra ou de pluma, onde tenho reclinado minha cabeça?

Perguntas que precisam de resposta

Resolvi levar e ler. O que revelou-se um excelente leitura – o que seria natural em se tratando de Yancey – não apenas como passatempo de natal mas principalmente como estímulo à reflexão teológica e cotidiana. Coisa que a igreja precisa fazer de maneira constante e saudável. E antes de recomeçar as lidas de 2016 já tinha concluído 190 páginas de leitura.

Perdi meu pen drive

Eu tenho (ou tinha) um pen drive azul, não é lá essa quintessência da tecnologia. Com “apenas” 2 GB de capacidade de armazenamento, ele me serve muito bem para objetivos práticos: guardar momentaneamente alguns arquivos, enquanto os transporto daqui para ali. Mas não o acho já faz algum tempo. Sinto falta de sua função prática, bem mais que seu conteúdo em si.

Parábola das coisas – O CUSCUZ

Se você não nasceu ou morou por estes lados, talvez não saiba o que é cuscuz. Então deixe-me lhe dar uma dica – tentando explicar para quem nunca viu ou experimentou: cuscuz é uma espécie de bolo, feito com farinha de milho em banho-maria (acho que o nome é esse). Em geral se come acompanhado, salgado ou doce, mas que é bom de todo jeito.

Há 50 anos pastoreando Aracaju

Na quarta-feira, 13 de janeiro de 1965, tomava posse na Primeira Igreja Batista de Aracaju o Pastor Jabes Nogueira. Sem dúvida, ele foi trazido pelo Senhor da igreja para assumir a liderança do rebanho. E por isso foi ficando. Agora, passados cinqüenta anos, os resultados e bênçãos podem dar testemunho.

Mar imenso

De vez em quando o mar imenso insiste em se mostrar. Futuca quem esteve quieto. Quebra suas ondas no espírito adormecido. Acaricia a face com o toque suave de sua brisa. Traz à tona impressões longínquas. E insiste misturar tudo num caldeirão de memórias e ideias. O mar tem destas coisas!