O fruto proibido em pleno século XXI

Ao lermos no livro de Gênesis a história da criação do primeiro casal, nos deparamos com o seguinte texto: “E o Senhor Deus ordenou ao homem: “Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá” (Gênesis 2:16-17 – NVI). Hoje dizemos que o primeiro casal comeu o fruto proibido. Lá, nos primórdios da civilização, este fruto era denominado fruto “da árvore do conhecimento do bem e do mal” (Gênesis 2: 17 – NVI). Adão e Eva tinham tudo em plenitude, inclusive um pomar maravilhoso. Por que comeram do único fruto que não deveriam comer? Esta é uma das grandes perguntas que há séculos povoam as mentes dos filósofos, dos romancistas e do homem comum. No entanto, apesar desta ser uma grande questão e necessitar de uma resposta teológica razoável, não é ela a pergunta que mais perturba as pessoas em sua dificuldade de aceitar a fé cristã. O que mais intriga as pessoas é a seguinte questão: Por que Deus colocou no Jardim do Éden a árvore do conhecimento do bem e do mal mesmo sabendo que seus frutos poderiam causar a morte de Adão e Eva?

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