A hora em que o crente perde

Magno Paganelli
Ontem aconteceu uma coisa que chamou a minha atenção. Eu estava aconselhando alguém de meu convívio sobre um problema que a pessoa teve com seu vizinho. Para isso, citei um texto bíblico que eu mesmo uso como base para resolver problemas que, vez ou outra, eu também tenho. Nenhum vizinho é perfeito!
Mas percebi que ao citar um texto bíblico, aquela pessoa se mostrou avessa ao que eu disse, e alegou haver outro texto na Bíblia que ensina o contrário. Ora, me pareceu uma grande estupidez aquela conversa, uma vez que tentava resolver, ou pelo menos ajudar, o problema daquela pessoa. Somos da mesma igreja, temos a mesma fé!
Entendo que aconselhar é tentar mostrar algo que a pessoa aconselhada ainda não conseguiu ver, seja qual for o motivo. Uma vez que a pessoa consegue ver o que antes estava impedida de ver, pode tomar decisões com mais segurança, com maior clareza.
Isso também implica conseguir reconhecer a vontade de Deus para cada caso. Todos nós queremos estar no centro da vontade de Deus. Afinal, Paulo disse que é a melhor coisa a fazer, pois a vontade de Deus “é boa, agradável e perfeita” (Romanos 12.2).
Mas o aconselhamento apontava para uma disputa em que eu não queria entrar. Calei-me, é lógico. E hoje, refletindo sobre o que aconteceu, lembrei-me de ensinos bíblicos que orientam a recuar – a palavra certa é perder – para ganhar.
O crente “perde” a sua vontade e o que ele ganha com isso é muito maior do que se fizesse aquilo que queria fazer. Duas evidências disso são o caso de Paulo e o de Jesus. Paulo disse: “E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo”. (Filipenses 3.8)
Duas vezes Paulo fala em perda, e as compensa com uma vantagem maior, que é “a excelência do conhecimento de Cristo Jesus” e “ganhar a Cristo”.
Outro caso é o do próprio Senhor, que, chorando no jardim do Getsêmane, orou a famosa frase: “Meu Pai, se é possível passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres”. (Mateus 26.39) Jesus estava, na verdade, abrindo mão da sua vontade, “perdendo” a sua vontade, para ganhar a vontade do Pai.
A cruz é, aos olhos da maioria das pessoas, a perda maior. Ser crucificado era, naquela época, a maior vergonha a que um prisioneiro poderia ser submetido. Cristo sabia disso. Mas preferiu perder a sua honra para ganhar a que o Pai tinha para lhe dar.
Concluindo, perder para ganhar não é algo fácil. Nunca sabemos, ao certo, quando nem quanto ganharemos por perder nossa vontade em troca da vontade de Deus. Certamente é esse o motivo porque tão poucas pessoas conseguem entender a vontade de Deus. Mas ela continua sendo “boa, agradável e perfeita”.


A favelinha do céu da Sarah Sheeva

Trecho de pregação (?) da Sarah Sheeva  na PIV Guarulhos – SP:

“Vocês sabiam que o céu não é como falam? Você sabia que o lugar que você morará no céu depende da sua santidade aqui?
Tá, quer um exemplo? Minha filha, teve a chance de conhecer o evangelho mais cedo que eu, que só encontrei Jesus depois de adulta. Com certeza ela morará mais perto de Jesus que eu!

Isso mesmo! Eu tive uma vida de artista, cheio da podridão da fama, freqüentei várias religiões, decepcionei muito Deus ao longo da minha história, mas ela não: Cresceu ouvindo o evangelho, eu paguei e ela foi matriculada e seus estudos são numa escola evangélica, onde os professores anexam os ensinamentos de Deus aos ensinamentos normais. E mesmo lá, é radical, não quer namorar nem ficar de gracinha com nenhum menino.

Além disso, vive do meu lado e convive com pessoas como minha pastora, Ludmila Ferber. Ela procura viver uma vida integra.

Como vive assim, morará num lugar melhor que eu. Mas minha meta é ser santa para conseguir um lugar ótimo nas ruas de Deus.
O que você prefere? Morar no condomínio fechado ou na favelinha do céu? Dê seu dizimo, não namore – compromisse (na visão dos 12 no Brasil, compromissar é o relacionamento a dois, mas sem toques), honre seu pastor, seu apóstolo, porque a favelinha do céu é melhor que o hotel cinco estrelas do inferno!”

Este pessoal do G12 (MIR12, etc.) está escrevendo uma "briba" própria, definitivamente! E este capítulo ai do IPTU celestial é um primor. É bonitinho, mas é doutrinazinha para criança dormir. Bíblia ZERO!

É mais um exemplo do farisianismo, da doutrina deturpada dos discípulos do Terra Nova.
Eu conheci Sarah Sheeva, batemos um papo na EXPOCRISTÃ e gostei dela, mas lamento ouvir tanta bobagem de sua parte, mesmo que a intenção tenha sido boa.
Culpa destes líderes do G12 que parece que jogaram a Bíblia fora e a trocaram por um saco de biscoitos da sorte e um livro de treinamento da Amway!
Imaginem esta gente vendo Jesus assentado com prostitutas e publicanos, dizendo: Mestre, o Senhor não pode comer com esta gente!

– Tanto mais morar perto deles, quando convertidos tais irmãos de passado terrível, estivessem no Céu! Os caras iriam querer despejar Jesus!

Entre os últimos que serão os primeiros e a surpreendente hipótese de Terra Nova ir para o Céu, o patriarca iria querer uma morada melhor do que a de Paulo, risos. Afinal, Paulo assassinou cristãos. Agostinho, coitado, ia morar num puxadinho da casa do Edir Macedo.
O que será que esta tal Ludmila Feber prega aos seus discípulos que não os fazem ver e enxergar que o Senhor escolheu e resgatou homens ruins e com grandes erros no currículo, desde o início dos tempos, para fazer a diferença e liderar milhões de vaquinhas de presépio murmuradoras, séculos a fora.
Eu cá fico até sem graça de desfilar os incontáveis exemplos nas Sagradas Escrituras a derrubar esta teoria da favela celestial. Sinto pena de tanta ignorância. E me canso de ver santidade ser confundida com adesão a doutrinas comportamentais, isto  desde o início dos tempos, por uma gente que não consegue, por mais que queira, ter um encontro real e libertador com o Senhor.
 E pior! Por conta desta frustração, vivem suas vidas debaixo da falsa autoridade de "apóstolos e patriarcas" e nas calças apertadas dos uniformes públicos da santidade aparente, que muito fazem por sua reputação junto ao seu grupo e nada fazem a quem tem fome ou precisa ser resgatado.
Olhem para os lados raça de víboras! Olhem para o alvo! Vão pregar às prostitutas e aos ladrões drogados, afinal, se eles se converterem talvez te convidem para suas coberturas com piscina na Ipanema celestial, risos.

Vão aos presídios e hospitais, pois lá estão quem o Senhor lhes ordenou visitar.

Tirem os olhos do umbigo, despertem da hipocrisia.

Mas não! A ordem é: Siga cegamente o seu apóstolo!

E o que dizem? – Pague o dízimo, e não buline! *

Esta é a síntese do “evangelho” do MIR 12!

 Faça-me o favor!

Danilo Fernandes, Genizah
Douglas Pimentel nos mandou a dica

PS: Ficou a dúvida no texto da Sarah: Condomínio fechado no Céu??? Deve ser para não entrar anjo caído ou pra deixar a turma da IURD de fora??? Explica aê! KKKK


* E que fique claro que não estou fazendo proselitismo de qualquer espécie aqui, apenas pontuo a visão deturpada de santidade. Faça-me o favor! (2)

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Nota de Retratação
Depois de nossa hilária conversa no twitter (um quase bafafá gospel, risos) eu e Sarah ficamos ao telefone por quase uma hora e não seria honesto de minha parte manter o argumento da pior interpretação do trecho isolado de sua apresentação transcrito acima.
Por que fui mau menino, risos, tive de ouvir toda a palestra da Sarah em apresentação privada e, ficou claro, que apesar de temerário – visto que alguém que venha chegar ao local ouvindo apenas este trecho e entender tudo errado – o trecho em vermelho acima foi um recurso irônico. Sarah queria reforçar exatamente o inverso. Confio nas suas intenções.
De minha parte, devo dizer que tive acesso apenas a transcrição do trecho acima. Não o todo. Buscando confirmar a declaração, busquei a NET e achei apenas outros links com este mesmo trecho apenas. Admiti a declaração negativamente, pois sei que esta doutrina anda na moda e cresce no nosso meio.
Quanto às fontes, algumas presentes ao evento, estas confirmam a conclusão prévia. Apesar disto, quero crer que se trata de um mal-entendido, baseado no mesmo preconceito, que confesso, também tenho, contra tudo relacionado ao MIR e ao G12.
Convenhamos, um preconceito bom, pois é fundamentado em experiências verdadeiramente negativas. Apóstolo escaldado tem medo de ducha de patriarca fria, risos.
Não tenho problema em admitir meus equívocos e trato logo de desfazer o erro, buscando o prejudicado. Isto fiz e estou alegre.
Contudo, salva a implicação da Sarah, nada mais retiro do post, até porque a doutrina dos Graus de Recompensa é francamente defendida por Terra Nova, Valnice e a maioria do “baixo gospel”, alguns, loucos para reabrir o purgatório e vender as suas indulgências!
Mas o bom depois da crise é que a conversa com a Sarah rendeu muito e acabou às 2 e tal da manhã em um restaurante da Vila Madalena, onde fomos juntamente com um casal de amigos dela, partir o pão.

E depois de ouvir a tal ministração (gente, não desce esta expressão, risos) mais uma vez (foi meu castigo por ser badboy), falar da Graça, da  gospelândia e me acabar na patisserie diet, dou a minha mão a palmatória e reconheço que Sarah pode até parecer (e ser, vai, um pouquinho, risos) doidinha, mas ela é 100% do bem e não sofre do babado tratado acima não!

Sarah promete nos mandar um post detalhando seu ponto-de-vista sobre a questão.

Beijo Sarah, inté o próximo queiijim de cabra. Fico no aguardo dos links quentes!

O homem que arriscou tudo para se opor à cultura da morte

O homem que arriscou tudo para se opor à cultura da morte

24 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família/Breakpoint.org) — Provavelmente, você nunca ouviu falar de Lothar Kreyssig — eu não tinha, até recentemente. Contudo, depois de conhecer a história dele, percebi que Kreyssig era um herói para os nossos tempos: um homem que, correndo um risco quase que inacreditável, defendia firmemente a santidade da vida humana.
Juiz alemão Lothar Kreyssig, que arriscou tudo para se opor ao programa de eutanasia nazista T4.

Em outubro de 1939, o Terceiro Reich criou o que veio a ser conhecido como o programa “Ação T4”. Para fomentar o que os nazistas chamavam de “higiene racial”, os burocratas do Reich, trabalhando com médicos, eram autorizados a identificar e matar aqueles que eram considerados “indignos de viver”, isto é, pacientes institucionalizados com “graves deficiências”.

É claro que expressões como “indigno” e até mesmo “graves” são subjetivas. Na realidade, elas são licença para assassinatos em massa. Hitler exigiu que pelo menos 70.000 pessoas fossem mortas sob este programa, de modo que médicos e autoridades se lançaram para cumprir as cotas do Führer.
Temendo reações na Alemanha e outros países, os nazistas tentavam esconder o que estava ocorrendo: mentiam para as famílias dos pacientes e, prenunciando Auschwitz, disfarçavam as câmaras de gás como chuveiros.
Quando penso no que aconteceu com aquelas pessoas, principalmente com as crianças — alguns como meu neto autista Max — fico com o coração partido — fico horrorizado.
Os nazistas também se esforçavam para dar uma aura de legalidade para os assassinatos: Hitler pessoalmente ordenou que os juízes alemães não levassem a juízo médicos por matarem seus pacientes. E é aí que entra Kreyssig: Ele era um juiz altamente respeitado em sua terra natal, a Saxônia.
Mas ele era mais do que um juiz — Kreyssig era um dos líderes da Igreja Confessante, que resistia às campanhas do Reich para “nazificar” as igrejas protestantes. Ser um membro da Igreja Confessante, sem mencionar ser líder, era viver com uma marca de tiro ao alvo pintada nas costas.
À medida que mais e mais certificados de óbito para pessoas mentalmente doentes passavam pela sua mesa, Kreyssig percebeu que algo horrível estava acontecendo.
Ele escreveu para o ministro da Justiça do Reich protestando não só contra o programa Ação T4, mas também contra o tratamento dos prisioneiros dos campos de concentração. Ele então acusou um médico de assassinato em conexão com as mortes de seus pacientes.
Então ele foi chamado para o gabinete do ministro, onde ele foi informado de que o próprio Hitler havia autorizado o programa. Ao que Kreyssig respondeu: “A palavra do Führer não cria um direito”.
A coragem de dizer isso para uma autoridade governamental na Alemanha nazista era extraordinária. Kreyssig foi forçado a se aposentar. Embora a Gestapo tivesse tentado fazer com que ele fosse enviado a um campo de concentração, o medo de atrair a atenção para o programa T4 provavelmente salvou a vida de Kreyssig.
Ele passou o resto da guerra em casa cuidando de sua fazenda e, oh sim, escondendo judeus em sua propriedade.
O único juiz a resistir aos nazistas viveu quarenta e um anos a mais do que o “Reich de 1.000 anos”. Vinte anos depois de sua morte, a Alemanha realizou um memorial honrando sua bravura e compaixão.
Numa cultura onde ser “maria-vai-com-as-outras” era literalmente uma estratégia de sobrevivência, Kreyssig recusou ficar de boca fechada. Quando a maioria dos protestantes alemães adaptou sua fé às exigências do Reich, ele recusou cooperar e deixou claro que havia uma lei mais elevada.
Felizmente, a defesa da santidade da vida hoje em dia não requer nada parecido com o que Kreyssig passou com sua coragem. Mas requer coragem. E requer também compreender a Aquele cuja Palavra realmente cria um direito.
Este artigo foi reproduzido com permissão de breakpoint.org
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Comentários

Por: Alessandra 21 de janeiro de 2011 às 22:40
“O homem que quiser inovar para o bem, inexoravelmente, passará por cinco estágios: indiferença, ridicularização, ofensa, repressão e, finalmente, respeito.” (Gandhi)
Para a glória de Deus o senhor perseverou até alcançar o último estágio!
Por: Renato Cordeiro 18 de dezembro de 2010 às 00:52
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Conhecendo as doutrinas da Bíblia: Parte 1, A escravidão do pecado.

Por Renato VargensAs Escrituras são absolutamente claras em afirmar que independente de cor, raça, sexo e nacionalidade, nascemos em um estado de pecaminosidade, culpa, e morte espiritual. O ensino cristão é de que não existe um homem neste planeta que possa considerar-se justo pelos seus próprios méritos. Na verdade, a Bíblia afirma que “todos pecaram, e que todos estão destituídos da

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Embora seja cruel e quase insuportável, a dor não é má. Ela tem sido um sinal de que algo no corpo está mal. Ou seja, ela é um grito da matéria física pedindo ajuda.
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Dizer no que você crê é mais claro que dizer calvinista

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Profetas que se acham acima do bem e do mal.

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Há pouco ouvi um relato de uma irmã  que ao dirigir-se a um senhor chamou-lhe de irmão. Para surpresa dela, o homem de modo sisudo respondeu firmemente dizendo: Irmão não. Pastor. Por favor me chame de pastor.
Pois é,  lamentavelmente alguns dos líderes evangélicos tupiniquins tem demonstrado ao longo dos anos uma enorme fome por titulos esclesiásticos. Se não bastasse

Cortem a Cabeça!

Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia, (Colossenses 1:18)

Por PC@maral
No filme Alice no País das Maravilhas, um personagem se destaca e chama minha atenção, é a Rainha de Copas, que nesta ultima versão lançada no cinema deram-lhe o nome de Rainha Vermelha.

No filme, a rainha exige que tudo seja perfeito, e, se por alguma razão, algo dá errado, pode ter certeza que, o envolvido será decapitado. A rainha tinha somente um modo de resolver todas as dificuldades, grandes ou pequenas: “Cortem a cabeça!” dizia, sem mesmo olhar em volta.

Não é exatamente assim que alguns lideres religiosos estão agindo nos dias atuais? Pregar o evangelho verdadeiro exige renuncia e muitas vezes paciência, pois, quando pregam a verdade, geralmente o crescimento da igreja é bem mais lento, mais demorado, e isso para alguns é incompatível com a velocidade em que andam as coisas no mundo.

Percebendo isso, alguns desses “lideres” perderam completamente o temor a Deus “chutando” de vez a palavra que diz: Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. (1 Coríntios 3:6-7). Eles deixaram de lado a Palavra e buscaram a mesma solução da Rainha Vermelha, ou seja: “Cortem a cabeça!”

Ao seguir a orientação da cabeça da igreja, que é Jesus Cristo, o crescimento vem de acordo com a vontade de Deus (1 Co 3:6-7), e isso irrita, e muito, essa liderança. Então o que fazem? “Cortam a cabeça!” Sem a cabeça, que lhes causa “tantos problemas” e lhes “chama a responsabilidade”, os homens se voltam para seus próprios pensamentos e articulam planos para um crescimento “rápido” e “eficaz” da igreja. Agora, livre da “cabeça” podem andar na velocidade do mundo.

Não é exatamente essa a prioridade de Satanás? Ele faz o mesmo com os seres humanos e com a igreja, “corta sua cabeça”, ou seja, corta Jesus Cristo da vida do homem e da igreja! Satanás incute na mente cauterizada desses indivíduos que a cabeça não é mais necessária nos tempos atuais. Ele argumenta que seus ensinos são “antiquados demais” e não se adéquam a “nova realidade”.

Seguir as ordens da cabeça nem pensar. O homem capacitou a si próprio e inventou “meios” para que o “corpo” pudesse se movimentar sem precisar da “cabeça”. A “cabeça” fala, pede, ensina, orienta, mas, o corpo, em rebelião, age da forma que quer de maneira, apenas, a agradar todos os membros.

Os membros, por sua vez, seguem outros membros que são mais “ilustres”, por exemplo: seguem ao “olho”, pois o “olho” tem “visões” sobre o destino do corpo, e seguem, também, a “boca”, pois a “boca” declara a vontade do “olho” e dizem ao corpo o que fazer.

Continuando a analogia; igrejas de hoje estão cheias de “olhos” e “bocas” que dizem aos “membros” como se portar, como adorar, como cantar, como ofertar. A “cabeça” se tornou, agora, apenas um símbolo, como uma cruz que ornamenta alguns templos “cristãos”. Assim como declaram que não precisam e nem desejam a cruz, fazem o mesmo com o cabeça da igreja.

O resultado imediato disto? Estão jogando fora sua vida eterna, que, parecem esquecer, pertence a Cabeça e é dada gratuitamente pela Cabeça que é Jesus Cristo.

Enquanto isso, Satanás se diverte assistindo a mais esse filme de “terror”.

Que Deus tenha misericórdia de nós

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Minha religião

Depois de passar 5 anos fora do convívio institucional da igreja, sem o peso de ter que defender algum credo específico, ou bandeira de denominação, aprendi a ser mais tolerante com os outros. Sejam eles de fé evangélica, católica, ou de confissões não cristãs, todos passaram a ser seres humanos acima de tudo pra mim.
Jesus não cansava de se auto denominar “filho do homem”! Pra mim, isto é uma prova forte do caráter humano do Senhor. Ele não se dizia “filho de abraão”, como os judeus mais fundamentalistas gostavam de bradar, nem ficava arrotando ser o “Filho de Deus”, como vejo evangélicos fazendo hoje.
Ele simplesmente dizia assim: eu sou um ser humano!

Lastimável perceber que muitos entre nós perde oportunidades de amar, de respeitar, de demonstrar sentimentos de consideração ou afeto sendo cerceado por uma linha delimitadora religiosa, que impede de abraçar um gay, entrar num bar ou participar de um culto num templo de outra religião.

Quer saber qual é a minha religião?
Faço coro com Jesus e declaro que sou “humano”!

As religiões querem nos adotar para se gloriar em números através de seu demoníaco proselitismo. Deus quer nos adotar para personalizar em nós a perfeita varonilidade, que é a manifestação da vida de Jesus.
Como pequenos cristos, não podemos nos permitir ser impedidos de apresentar ao mundo a identificação do Pai com todos os seres humanos, não importando as diferenças entre nós.

Antes que possam achar que eu sou uma espécie de espiritualista, declaro que sou pastor e possuo orientação teológica cristã evangélica, mas quanto mais busco, quanto mais penso e aprendo, tanto mais me sinto conduzido pela vida de Cristo em mim a amplificar meus horizontes no que diz respeito a abraçar e amar o mundo dos humanos.

rafa,
na revolução

[http://amigodonoivo.blogspot.com/2011/01/minha-religiao.html]

Porta estreita… caminho apertado (E não há outra opção)

Por Daniel Clós CesarExiste uma porta estreita. Não há um único cristão que negue isso. Qualquer um, por mais "perdido" que esteja, conhecendo a doutrina (ainda que não creia em doutrina) tem essa informação… ainda que não entenda o que isso quer dizer… ele sabe… para entrar, precisa passar pela porta… e ela é estreita.Mas e o caminho que conduz até essa porta?Aparentemente, parece que[http://www.pulpitocristao.com/2011/01/porta-estreita-caminho-apertado-e-nao.html]