Hilário de Poitiers, o martelo dos arianos

[…]Até este momento a controvérsia ariana não havia alcançado a Gália, mas durante o sínodo de Milão em 355, quando o imperador Constâncio obriga os bispos a confirmarem o exílio de Atanásio, Hilário acaba se envolvendo nesta controvérsia e se torna juntamente com Atanásio, um dos “martelos do arianos” devido a dureza de suas refutações ao arianismo, cujos seguidores considera “hereges e blasfemadores”. Esta atitude fez com que Hilário fosse mandado para o exílio na Frigia entre os anos 356 e 359 d.C., onde redige sua obra-prima: os doze livros A Trindade.[…]

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