A Igreja que nada contra a corrente.

Dois meses antes de casar-me, resolvi fazer uma viagem para conhecer o Pantanal matogrossense. Seria a minha despedida de solteiro. Fiquei hospedado na casa de um presbítero de uma igreja de Cuiabá chamado Severino. Em um de nossos passeios, visitamos uma região de muitas cachoeiras. Conheci um rio caudaloso, de correntezas muito fortes, e com várias quedas acentuadas. Meu amigo desafiou-me a atravessar o rio a nado. Nem deu tempo para que argumentasse com ele. Quando vi, ele já estava dentro d’água. Fiquei observando, temeroso, porque a poucos metros havia uma grande cascata.

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