URGENTE: Dmitry Shestakov é liberto da prisão

26/1/2011 – 16:15:00 – Uzbequistão(9º) – Exatamente quatro anos após sua prisão em 2007, as autoridades libertaram Dmitry da penitenciária Navoi em 21 de Janeiro de 2011 às 3h [hora local]. Sua esposa, filhas e alguns representantes da igreja de Andijan estavam no portão da prisão para recebê-lo!

"Estou extremamente alegre por conta de toda a atenção que recebi …

Generosidade cristã: a gente vê por aqui… NOT!

Good without god: os sem-deus no coração
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good without good pt br Generosidade cristã: a gente vê por aqui... NOT!
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fonte: SecularSamaritan.com [via Bule Voador]
tradução e adaptação: Eli Vieira 

 

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O cão, a padaria e a música gospel.

Por Renato Vargens
Há pouco soube de uma história no mínimo intrigante: Um colega de ministério foi convidado para pregar numa proeminente igreja. Ao chegar ao local do culto, foi convidado por um dos pastores a conhecer a mais nova aquisição do povo de Deus: uma padaria completa! Ele olhou aquilo e pensou com seus botões: Que legal! Esses irmãos montaram uma padaria para saciar a fome das

Discurso importantíssimo de Ronald Reagan sobre aborto

Discurso importantíssimo de Ronald Reagan sobre aborto

A organização pró-vida Personhood USA elaborou um vídeo fortíssimo que dá destaque a um discurso feito pelo ex-Presidente Ronald Reagan sobre o aborto. É um vídeo que deveria ser assistido por todos.
“Sei que o que estou para dizer é polêmico”, inicia Reagan. “Mas tenho de dizer”.
E ele realmente diz:
“Este país não pode continuar se fazendo de cego e surdo para a eliminação de 4.000 vidas de bebês em gestação a cada dia. É um bebê a cada 21 segundos. Não podemos fingir que os Estados Unidos estão preservando seu primeiro e mais elevado ideal, a convicção de que cada vida é sagrada, quando temos permitido as mortes de 15 milhões de indefesos inocentes”.
Nem sou americano, mas senti orgulho de ouvir um presidente dos Estados Unidos falar desse jeito. O que eu não daria para que um de nossos líderes políticos daqui do Canadá fosse tão destemido e corajoso para abrir a boca para falar em favor de nossos mais pequeninos irmãos e irmãs!
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
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Profecia sobre Reagan:

Em suas próprias palavras: um presidente radicalmente pró-aborto

Em suas próprias palavras: um presidente radicalmente pró-aborto

25 de janeiro de 2011 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — Quando Barack Obama estava concorrendo à presidência, alguns observadores o descreviam como um dos candidatos mais radicais da história dos EUA em termos de apoio ao aborto. Já no cargo, o presidente Obama pouco fez para dissipar essa opinião. Embora o presidente esteja tentando alcançar uma posição centrista em muitas questões, esse não é o caso no que se refere ao aborto.
Albert Mohler

No sábado passado, quando a decisão Roe versus Wade* fez aniversário de 38 anos, o presidente fez uma declaração que é assombrosa, até mesmo para presidentes que apoiam abortos legalizados. A declaração do presidente não incluiu uma única palavra que indicasse algum reconhecimento de que o aborto é legal em qualquer circunstância ou em algum sentido uma tragédia. Não houve nem mesmo uma referência passageira ao bebê em gestação. O presidente Obama nem mesmo usou a linguagem utilizaada dissimuladamente pelo presidente Bill Clinton — a promessa de que o aborto deveria ser “seguro, legal e raro”.

“A data de hoje marca o aniversário de 38 anos de Roe versus Wade, a decisão do Supremo Tribunal que protege a saúde e liberdade reprodutiva das mulheres, e defende um princípio fundamental: que o governo não deve interferir em assuntos particulares das famílias”, o presidente declarou. Esse “princípio fundamental” não foi realmente o princípio pretextado pelo Supremo Tribunal, que encontrou o “direito” ao aborto na mulher, não na família.
O presidente continuou: “Tenho o compromisso de proteger esse direito constitucional. Permaneço também fiel às políticas, iniciativas e programas que ajudem gravidezes não intencionais, apoiem mulheres e mães grávidas, incentivem relacionamentos saudáveis e promovam a adoção”. Então, o presidente dos Estados Unidos usa seu elevado cargo para escorar sua esperança de “incentivar relacionamentos saudáveis”, mas não apoiar iniciativa alguma para tão somente reduzir o número de abortos nos EUA. Atualmente, de cada cinco gravidezes nos EUA, uma termina em aborto.
Ao concluir sua breve declaração, o presidente disse: “E neste aniversário, espero que façamos um novo e mais amplo compromisso de garantir que nossas filhas tenham os mesmos direitos, as mesmas liberdades e as mesmas oportunidades que nossos filhos de realizarem seus sonhos”.
Esse parágrafo é apenas uma recitação do argumento feminista que foi consagrado em Roe versus Wade — que assim como os homens não sofrem impedimentos por uma gravidez que impõe limitações profissionais e pessoais, as mulheres têm o mesmo direito. Esse raciocínio está consagrado como uma verdadeira doutrina religiosa dentro do Partido Democrático**, e o presidente Obama é uma de seus mais ardentes defensores.
Desde que Barack Obama apareceu no cenário político nacional, ele tem sido promovido e protegido por um batalhão especial de pregadores e líderes religiosos que estão fazendo tudo o que podem para explicar que ele não é tão pró-aborto quanto parece. Apesar disso, o histórico dele é muitíssimo claro — assim como é essa declaração recentíssima. Não houve nenhuma palavra expressando o aborto como uma tragédia nacional, no próprio momento em que um recente relatório indicou que quase 60 por cento de todas as gravidezes entre mulheres afro-americanas da cidade de Nova Iorque terminam em aborto.
Como é que algum presidente dos Estados Unidos pode cometer a negligência de não falar dessa tragédia indescritível? Não houve nenhuma palavra de esperança expressando que o aborto seria raro, apenas a expressão de que ele permaneceria “fiel ao compromisso de proteger esse direito constitucional”. As únicas palavras que chegam a insinuar alguma redução hipotética do aborto foram usadas com relação à redução de “gravidezes não intencionais” e à promoção da adoção. Mas não se declarou, nem mesmo se sugeriu indiretamente, nenhuma meta de reduzir o aborto. Não se fez absolutamente nenhuma referência acerca do bebê em gestação. Não houve nenhum lamento — nem mesmo uma linha de diálogo que lhe custaria em termos do apoio que ele recebe de grandes organizações de aborto.
Essas palavras não foram impostas no presidente. Essa declaração é pessoalmente dele. É uma das declarações mais reveladoras — e trágicas — feitas por alguma figura política de nossos dias.
Este artigo foi reproduzido com a permissão de AlbertMohler.com
Nota do tradutor:
* Roe versus Wade foi uma decisão histórica do Supremo Tribunal dos EUA, em 1973, que inventou um “direito” ao aborto por todo e qualquer motivo, dando para médicos e mulheres o direito de matar bebês em gestação desde a concepção até o momento do parto, como ocorre hoje legalmente nos EUA.
** Partido Democrático: um dos maiores partidos políticos dos EUA, de linha esquerdista.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
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Fátima Cleide parabeniza Revista Fórum por artigo “Homofobia em preto e branco”

Fátima Cleide parabeniza Revista Fórum por artigo “Homofobia em preto e branco”

Candidata derrotada do PT à reeleição no Senado elogia matéria tendenciosa a favor da agenda gay

“Parabéns! A matéria mostra a aituação vivida por homossexuais em nosso país. O desafio é superar o preconceito e a discriminação. Na legislação, o PLC122 busca contribuir para superar a lacuna existente. Informo que o mesmo tramita no Senado Federal e, neste momento arquivado. Precisamos de mobilização para seu desarquivamento. Apresentei substitutivo, já aprovado na Comissão de Assuntos Sociais, devidamente construido com os movimentos sociais. Espero que a maéria nos ajude nesta mobilização”.
Fátima Cleide Rodrigues, candidata derrotada à reeleição no Senado devido às suas obsessivas posturas pró-homossexualismo, na seção de comentários da Revista Fórum, no artigo “Homofobia em preto e branco”.
O artigo, que é matéria de capa da edição de janeiro de 2011 da revista Impressa Fórum e insinua que qualquer crítica ao homossexualismo é “homofobia” e equiparável de violência aos homossexuais, assim cita Julio Severo:
“Sites de religiosos que atacam a homossexualidade também existem aos montes. Em um deles, de autoria de Julio Severo, é possível encontrar artigos relacionando homossexualidade e pedofilia e um link para uma página que promete ajudar quem quer ‘sair do homossexualismo’”. 
Entretanto, a revista, que tem parceria oficial com o Fórum Social Mundial e o site Vermelho, do Partido Comunista do Brasil, evitou explicar a espetacularização sistemática do número insignificante de crimes envolvendo homossexuais em comparação com os números explosivos de crimes contra todos os cidadãos do Brasil. A revista também não fez nenhuma menção de homossexuais importantes e seus escritos defendendo a pedofilia, registrados nestes links do Blog Julio Severo:
Mas não é só na questão homossexual que a Fórum comete omissões e deturpações grosseiras. Artigos da Fórum sobre o Oriente Médio tratam Israel — não seus muitos vizinhos islâmicos “bonzinhos”, “civilizados” e “pacíficos” — como Estado terrorista.
O artigo “Homofobia em preto e branco” foi reproduzido pelo jornalista esquerdista Luis Nassif, que então aproveitou para atacar Julio Severo em seu texto contra o que ele intitula de “extrema direita”.
O texto de Nassif é uma continuação dos ataques do site Viomundo, que disse:
No dia 7, o Last Days Watchman, reproduz o texto do LifeSiteNews.Com. O Last Days Watchman é brasileiro, existe nas versões português, inglês, espanhol e alemão, e pertence a Júlio Severo, que está foragido. O Ministério Público Federal o está processando por incitação à homofobia.
O fato de que Fátima Cleide deu parabéns para a revista Fórum é perfeitamente natural: marxistas sempre elogiam colegas marxistas.
O fato de que vários sites — Viomundo, Luis Nassif e Fórum — estão atacando conjuntamente Julio Severo também é perfeitamente normal: marxistas andam sempre em matilha.
E a matilha quer agora ajudar Marta Suplicy a ressuscitar e aprovar o PLC 122. É uma matilha movida a ódio cego. Se não fosse ódio, fariam exatamente o que fez um jovem ex-ativista gay, que pediu perdão e cessou suas atividades de colocar em risco a vida e segurança de Julio Severo e sua família.
Mas no ódio não há lugar para perdão nem compaixão. O escritor homossexual Fabrício Viana deixou claro que, se o PLC 122 passar, o movimento homossexual poderá fazer com Julio Severo e outros cristãos muito mais do que já estão fazendo.
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A hora em que o crente perde

Magno Paganelli
Ontem aconteceu uma coisa que chamou a minha atenção. Eu estava aconselhando alguém de meu convívio sobre um problema que a pessoa teve com seu vizinho. Para isso, citei um texto bíblico que eu mesmo uso como base para resolver problemas que, vez ou outra, eu também tenho. Nenhum vizinho é perfeito!
Mas percebi que ao citar um texto bíblico, aquela pessoa se mostrou avessa ao que eu disse, e alegou haver outro texto na Bíblia que ensina o contrário. Ora, me pareceu uma grande estupidez aquela conversa, uma vez que tentava resolver, ou pelo menos ajudar, o problema daquela pessoa. Somos da mesma igreja, temos a mesma fé!
Entendo que aconselhar é tentar mostrar algo que a pessoa aconselhada ainda não conseguiu ver, seja qual for o motivo. Uma vez que a pessoa consegue ver o que antes estava impedida de ver, pode tomar decisões com mais segurança, com maior clareza.
Isso também implica conseguir reconhecer a vontade de Deus para cada caso. Todos nós queremos estar no centro da vontade de Deus. Afinal, Paulo disse que é a melhor coisa a fazer, pois a vontade de Deus “é boa, agradável e perfeita” (Romanos 12.2).
Mas o aconselhamento apontava para uma disputa em que eu não queria entrar. Calei-me, é lógico. E hoje, refletindo sobre o que aconteceu, lembrei-me de ensinos bíblicos que orientam a recuar – a palavra certa é perder – para ganhar.
O crente “perde” a sua vontade e o que ele ganha com isso é muito maior do que se fizesse aquilo que queria fazer. Duas evidências disso são o caso de Paulo e o de Jesus. Paulo disse: “E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo”. (Filipenses 3.8)
Duas vezes Paulo fala em perda, e as compensa com uma vantagem maior, que é “a excelência do conhecimento de Cristo Jesus” e “ganhar a Cristo”.
Outro caso é o do próprio Senhor, que, chorando no jardim do Getsêmane, orou a famosa frase: “Meu Pai, se é possível passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres”. (Mateus 26.39) Jesus estava, na verdade, abrindo mão da sua vontade, “perdendo” a sua vontade, para ganhar a vontade do Pai.
A cruz é, aos olhos da maioria das pessoas, a perda maior. Ser crucificado era, naquela época, a maior vergonha a que um prisioneiro poderia ser submetido. Cristo sabia disso. Mas preferiu perder a sua honra para ganhar a que o Pai tinha para lhe dar.
Concluindo, perder para ganhar não é algo fácil. Nunca sabemos, ao certo, quando nem quanto ganharemos por perder nossa vontade em troca da vontade de Deus. Certamente é esse o motivo porque tão poucas pessoas conseguem entender a vontade de Deus. Mas ela continua sendo “boa, agradável e perfeita”.