Vamos à casa do Senhor

Daí a compreensão de que culto é memorial dos atos poderosos de Deus na história, é gratidão pela libertação, é submissão à soberania inconteste de Jesus e é celebração pela vitória final de Cristo e suas hostes. Agora fazem sentido as palavras do salmista: “Alegrei-me com os que me disseram: Vamos à casa do Senhor!” (Sl 122:1).

Jó.

Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó, e este era homem sincero, reto e temente a Deus, e desviava-se do mal. Jó tinha sete filhos e três filhas, e era seu gado de sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois, quinhentas jumentas. Ele era o homem mais rico do Oriente. E em um belo dia, veio os filhos de Deus se apresentar perante o Senhor, veio também Satanás entre eles. Então o Senhor perguntou a Satanás de onde ele vinha, ele respondeu que estava de redor a terra e passeando por ela. Então Deus perguntou a ele se ele já havia observado Jó, porque para Deus não havia na terra homem semelhante a ele, homem sincero, reto e temente a Deus que se desviava do mal.

Ana.

Havia um homem da tribo de Efraim, chamado Elcana, que vivia na cidade de Ramá, na região montanhosa de Efraim. Elcana tinha duas mulheres, Ana e Penina. Penina tinha filhos, porém Ana não tinha. Penina, sua rival, provocava e humilhava Ana porque o Senhor não permitia que ela tivesse filhos. Isso acontecia ano após ano. Sempre que iam ao santuário do Senhor, Penina irritava tanto Ana, que ela ficava só chorando e não comia nada. Certa vez eles estavam em Siló e tinham acabado de comer. Eli, o sacerdote, estava sentado na sua cadeira, na porta da Tenda Sagrada. Aí Ana se levantou aflita e, chorando muito, orou a Deus, o Senhor.

Uns aos outros

A expressão UNS AOS OUTROS é um pronome recíproco plural que, no NT grego, aparece 24 vezes somente nas cartas paulinas. Para ajudar na compreensão do significado e da força do termo original, veja aí um resumo das instruções apostólicas:

Conhece-te a ti mesmo

Ao trazer este tema para o contexto da celebração cristã, Paulo estava dizendo compreender que embora a Ceia seja um momento gregário, daí ser comunhão e requerer comunidade, ela, como toda a celebração, adoração e culto público pressupõe que antes deve haver a experiência do quarto fechado. Assim, hoje, quando trago os elementos para a Mesa do Senhor na comunhão da igreja devo primeiramente já ter comungado como Pai que vê em secreto.

O Profeta João Batista.

Naquele tempo João Batista foi para o deserto da Judéia e começou a pregar, dizendo: – Arrependam-se dos seus pecados porque o Reino do Céu está perto! A respeito de João, o profeta Isaías tinha escrito o seguinte: “Alguém está gritando no deserto: Preparem o caminho para o Senhor passar! Abram estradas retas para ele!” João Batista usava uma roupa feita de pêlos de camelo e um cinto de couro e comia gafanhotos e mel do mato. Os moradores de Jerusalém, da região da Judéia e de todos os lugares em volta do rio Jordão iam ouvi-lo. Eles confessavam os seus pecados, e João os batizava no rio Jordão.

Cultuando com trajes santos

O tributo de adoração ao Senhor tem que ser revestido de caráter de santidade que aponte para a glória de Deus. Ou seja: Todo o nosso comportamento – inclusive a roupa que colocamos para vir adorar – deve fazer de nós verdadeiros adoradores e levar as pessoas que conosco estão a se voltarem ao próprio Cristo em glorificação.